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Protótipos ricos com Adobe Flash Catalyst

sábado, 21 de janeiro de 2012

Hoje em dia é difícil ver um site feito em Flash. Lembro da época que eu conheci essa poderosa ferramenta, que ainda pertencia a Macromedia. Fiquei fascinado pelo poder de interação que ela proporcionava, pois o HTML ainda se mostrava bastante limitado.

As coisas mudaram e hoje o HTML, CSS e o Java Script permitem que façamos qualquer tipo de interação em uma mesma tela.

Já usei várias ferramentas de prototipação e atualmente utilizo o Axure. Mesmo com evolução da ferramenta ainda sinto falta de mostrar certos tipos de interações pela dificuldade de fazer. Isso tudo porque não tenho um conhecimento avançado do programa.

Hoje, pela manhã, conheci o Adobe Flash Catalyst. Claro que senti certo preconceito apenas ao ler o nome Flash. Mas dei uma chance e percebi que a ferramenta é bastante interessante para criar um protótipo com interações (animações) ricas. Ela interage com os arquivos do Photoshop, Illustrator e Fireworks.

Normalmente anotamos algumas coisas no racional do wireframe para explicar como a animação deveria funcionar ou simplesmente sentamos ao lado do designer e desenvolvedor para definirmos como as coisas vão acontecer em um site ou aplicativo.

A empresa, Adaptive Path, fez um caso de uso em três semanas usando o Catalyst e compartilha como foi a experiência de usar a ferramenta.

O vídeo abaixo é um tutorial de como é possível fazer uma animação simples que acontece em uma mesma tela.

Ainda não testei a ferramenta. Vou instalar e usar. Brevemente compartilho aqui as vantagens e desvantagens.

Rabisque, rabisque, rabisque

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Todo designer que projeta sites ou aplicativos sabe da importância de rabiscar muito antes de finalizar uma ideia em um software. Acredito bastante que ir direto para o programa predileto limita a criatividade pela complexidade de manipulação dos elementos.

Por isso é importante pensar e testar várias possibilidades com papel e caneta. O papel te dar mais liberdade de jogar as ideias e ir evoluindo. Essa forma de trabalhar facilita o entendimento de outras pessoas envolvidas no projeto e todos conseguem ter uma visão geral das principais interações.

Separei três apresentações no Slideshare que mostram como trabalhar com Sketches. Aproveite.

Como nasce um website

quinta-feira, 14 de julho de 2011

O vídeo abaixo mostra um pouco do processo de criação de um website. Temos rabiscoframes, cenários, personas e layout.

Rabiscoframes, wireframes e protótipos

domingo, 10 de julho de 2011

Conheci arquitetura de informação em 2006 na Agência Click e desde 2007 exerço a função de arquiteto de informação. Já são alguns anos trabalhando na área. Pensar no usuário antes de tudo sempre foi algo natural desde que comecei fazer os primeiros trabalhos digitais lá em 1999. Já fui designer e interface e conheço um pouco do processo de desenvolvimento. A experiência de experimentar outras etapas do processo foi bem rica no meu caso.

Quem conhece a disciplina de AI sabe que o wireframe é a entrega final do arquiteto de informação. Algumas empresas chamam esses profissionais de designers de experiência, designers de interação ou mesmo arquitetos. O importante mesmo é o pensamento estratégico e o resultado final do projeto.

Durante minha trajetória na área percebo que nem sempre todos entendem o que são e para que servem os wireframes. O wireframe é apenas o meio para o fim de uma criação de um website ou aplicativo. Ele define a primeira camada de conteúdo que o site irá ter. Não tem a função de limitar a criatividade do designer, redator ou desenvolvedor. Não existe essa história que o arquiteto definiu assim, vai ficar assim. Toda ideia que vem depois do wireframe existe para evoluir o projeto e não para corrigir o que o arquiteto fez de errado. Como disse em outro post, a experiência do usuário é responsabilidade de todos. Não custa nada lembrar novamente.

Rabiscoframes

O rabiscoframe é o momento que antecede o wireframe. Todo dia vejo uma ferramenta nova ou um aplicativo para o iPad, por exemplo. Mas não vejo nada melhor que papel, lápis e borracha. Ontem li um artigo sobre o assunto onde um designer sugere que usemos papel e caneta para não cair na tentação de apagar e desenhar novamente do zero. A ideia é desenhar uma, duas, três ou o tanto que for necessário. Assim você consegue evoluir a ideia nos estágios iniciais. Isso tem funcionando bem comigo.

Esse é o momento de testar o maior número de soluções. Interface se faz assim. Desenha, testa e desenha novamente. O legal é usar várias folhas e comparar as saídas para ver o que é melhor.

Wireframes

O wireframe é muito mais detalhado que o rabiscoframe. Separei wireframe até para diferenciar de protótipo. Antigamente se usava muito o PowerPoint para fazer o trabalho. O wire era estático e as interações tinham que ser imaginadas pela equipe de desenvolvimento. Era um tempo que a navegação acontecia praticamente tela a tela.

Protótipos

Atualmente as interfaces estão muito mais ricas. As possibilidades com HTML, CSS e Java Script são bem maiores. E tudo isso acontece sem a necessidade do Flash. Lembrando que não tenho nada contra a utilização do Flash. Vejo que o ferramenta da Adobe tem o seu valor e funciona muito bem em games. E também sou contra a história que um site só fica bonito quando feito em Flash. Essa lenda é bem antiga e não cola mais nos dias atuais.

Existem várias ferramentas para a criação de um protótipo. Eu uso e gosto muito do Axure. Ele permite a criação de um protótipo capaz de mostrar como a interface funcionará no final.

É importante ressaltar novamente que é apenas um protótipo. É o primeiro passo daquilo que se imagina para o resultado esperado.

Como faz wireframes

terça-feira, 31 de maio de 2011

O vídeo abaixo mostra um pouco do meu dia a dia na agência. É claro que o trabalho de um arquiteto de informação não se resume apenas na concepção de rabiscoframes e wireframes.