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Facilite a vida do consumidor

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Aaron Shapiro, CEO da Huge e que recentemente lançou o livro Users, Not Customers: Who Really Determines the Success of Your Business, escreveu um post no site Direct Marketing News que pode ser um balde água fria para quem pretende vender produtos pela Internet e está investindo muito dinheiro apenas em divulgação.

Shapiro diz que um dos maiores erros das empresas é criar grandes campanhas que direcionam os usuários para websites terríveis. As pessoas estão dispostas a gastar dinheiro e o nosso papel é facilitar o processo.

Um site eficaz de comércio eletrônico precisa ser simples e ajudar os usuários entender como fazer a compra. Cada site precisa fornecer as informações suficientes para que as pessoas saibam o que estão comprando e se sintam confortáveis fazendo isso.

Como designers sempre devemos ter uma pergunta em mente. O usuário precisa saber disso para tomar a decisão de compra? Se a resposta for não, não tem porque adicionar a informação. Um bom site deve ser claro e objetivo no procedimento de compra.

Leia o texto no site Direct Marketing News.

10 erros comuns em Mobile Web Marketing

quarta-feira, 9 de março de 2011

89% das maiores marcas do Mundo realizaram alguma ação mobile já em 2008. Estamos em 2011 e muitas dúvidas rondam nossas cabeças na hora de criar para o meio mobile.

O mobiThinking lançou um e-book com o título “Ten Mistakes in Mobile Web Marketing”. O documento descreve estas dez práticas que são regularmente encontradas em projetos de mobile web, e segundo eles devem ser analisados e evitados ao máximo.

Escolhi algumas práticas que achei mais interessantes para comentar aqui no blog.

Erro 1 – Tratar os usuários no celular como os usuários no PC;
Não devemos tratar os usuários que estão acessando do site mobile da mesma forma que tratamos quem está acessando de um desktop. O contexto é bem diferente. Quem acessa do celular está em busca de uma informação rápida, relevante e contextual. Muita informação, imagens e opções de downloads de arquivos grandes não é uma prática aconselhável.

Erro 2 – Ignorar as limitações dos aparelhos;
Os telefones celulares têm coisas diferentes do PC que não podem ser ignoradas. Começa pelo tamanho da tela que é bem diferente. Não existe impressora, mouse e o teclado do celular é bastante limitado para digitar.

O limite de banda é outro fator problemático. Mesmo porque o plano de dados não é tão barato no Brasil.

Erro 3 – Não explorar as características únicas dos celulares;
Devemos explorar características específicas dos celulares. Eles possuem mecanismos que são usados de formas diferentes dos computadores. Os celulares são usados como telefones, câmeras fotográficas, play de músicas, calendário de tarefas, GPS, etc.

Erro 4 – Usar um nome .com para uma experiência .mobi;
A maioria das empresas já estão habituadas a usar o endereço .mobi ou .wap. Esta prática mostra que o site foi desenhado para ser usado pelo celular.

Erro 7 – ‘Esconder’ o mobile site;
Faça com que seu site mobile seja encontrado facilmente pelos mecanismos de buscas. A utilização do endereço é uma boa prática para que isso aconteça. Economize retirando o www e adicionando o m.nomedamarca.com para facilitar a localização do site nos celulares.

Erro 9 – Fazer campanhas de mobile marketing sem uma presença .mobi;
É interessante ter uma página mobile antes de fazer qualquer campanha no formato. A experiência será desagradável caso o usuário veja um banner em um site mobile se a sua marca não possui presença no meio.

Erro 10 – Servir o mesmo conteúdo e da mesma forma para todos os tipos de aparelhos.
O mobile é bem diferente do Desktop. Existem milhares de aparelhos com sistemas operacionais diferentes e o conteúdo deve ser tratado de forma direcionada. O importante é analisar o público alvo do site para descobrir a maioria dos aparelhos utilizados.

Cadê o marketing de serviços?

domingo, 24 de outubro de 2010

Está cada vez mais fácil o acesso ao serviço de TV por assinatura. Já temos várias empresas atuando nesse mercado com preços acessíveis.

Para tirar bom proveito do serviço de tv a cabo, o cliente precisa entender facilmente como funciona a programação para que possa se organizar e agendar um horário para ver um bom filme ou jogo do seu time predileto. O problema é que essas empresas só se preocupam em fazer a venda do pacote.

Elas disponibilizam áreas de programação no seus sites e as pessoas não conseguem fazer uma leitura de quando acaba um programa e começa outro. Falta essas operadoras de serviços se atentarem aos pequenos detalhes para que os clientes tenham fidelidade com a marca escolhida.

É o velho problema que atinge as empresas brasileiras. Poucas cuidam da manutenção e relacionamento dos clientes existentes. Infelizmente o marketing de serviço não é praticado no país do futebol.

A lógica do consumo

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

logica_consumo2Baseado na maior pesquisa de neuromarketing já realizada, A lógica do consumo releva verdades surpreendentes sobre o que atrai a atenção dos consumidores no momento de decisão de uma compra, pois conhecer a cabeça do consumidor é um desafio para todos que trabalham com marcas e produtos.

Martin Lindstrom, um investigador de primeira e um dos mais respeitados gurus do marketing mundial, escreveu o livro “A lógica do consumo – Verdades e mentiras sobre porque compramos”. O livro nasceu de um grande investimento em pesquisas durante três anos.

As pesquisas revelaram que não somos atraídos na compra de um produto só porque existe uma mulher linda e sensual no comercial. A sensualidade de uma mulher na propaganda acaba camuflando o conhecimento sobre o produto que está sendo divulgado.

A nossa mente é estimulada quando alguém compra algum produto. É o que o autor chama de neurónios-espelho. A alegria de ver alguém com algum produto faz com que queiramos fazer parte daquele seleto grupo. Um vídeo colocado no Youtube, mostrando o contentamento de uma pessoa abrindo sua caixa do Wii, é um exemplo que deve ter estimulado milhões de pessoas no Mundo.

As mensagens subliminares estão sempre presentes na publicidade e a pesquisa comprovou que elas são efetivas quando utilizadas dentro de um contexto que faça sentido.

As religiões, os rituais e a superstição são grandes influenciadores no momento da decisão de uma compra. Muitas vezes compramos algo por imaginar que aquilo vai trazer algum benefício espiritual.

O livro traz ainda um apanhado de mitos que são quebrados com a utilização de testes realizados no cérebro dos consumidores. É o que estão chamando Neuromarketing. Vale à pena a leitura.