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O prazer de usar relógio

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Tenho que confessar que nunca gostei de usar relógio de pulso. Isso se deve a vários fatores. A pulseira sempre incomodou e nunca me acostumei ao fato de ter um pedaço de metal colado ao meu pulso.

O uso tradicional do relógio deve ter diminuído bastante nos últimos anos, principalmente por conta dos celulares que a cada dia que passa estão com mais funções. Vale lembrar que muitas vezes não conseguimos usar 30% do que o aparelho oferece.

O Touch Time mistura a forma tradicional de usar relógio com funcionalidades touch que existem em vários aparelhos celulares.

É possível configurar o formato mais agradável de ver as horas e tem as funcionalidades básicas como calendário, alarme, calculadora, temperatura, lembretes e cronômetro.

No vídeo abaixo, os criativos da empresa Phosphor que criou o Touch Time, apresenta como o projeto foi feito. São rabiscos, fluxos e ideias espalhados pelo escritório.

Coloque um ponto inicial no projeto

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Receber um briefing de qualidade talvez seja uma das coisas mais raras de acontecer em um projeto digital. Parece que o briefing serve apenas para colocar volume nos modelos de documentação das empresas. Pensando nesse problema, vou compartilhar algumas experiências que podem ajudar bastante.

Priorize os objetivos do cliente

É interessante estabelecer alguns objetivos antes de colocar a mão na massa. Temos que começar pensando em funcionalidades que podem ajudar alcançar as metas que a empresa precisa atingir. Não precisa fazer o cliente preencher um briefing gigante. Apenas tente envolvê-lo para que ele passe essa informação. Liste os objetivos do projeto em um papel e depois priorize cada um.

Defina o público-alvo e suas necessidades

Crie uma lista de necessidades da audiência que vai acessar o site. Você vai obter essa informação em pesquisas, análise de acessos, testes de usabilidade e comportamento em redes sociais. Comece criando personas e cenários de uso e imagine tarefas que esses usuários irão realizar. É assim que funciona, as pessoas entram nos sites para fazer ações específicas. Esse é o momento de casar as necessidades dos usuários com os objetivos do cliente.

Rabisque sem medo

Agora é hora de pensar em interfaces. Chame todos que estão envolvidos no projeto e comece a rabiscar as principais ideias. Escolha a melhor e vá para o protótipo. Assim você verá o produto nascendo e todos os envolvidos estarão cientes do que está acontecendo, inclusive o cliente. Isso é o pouco que aprendi trabalhando alguns anos como arquiteto de informação em algumas agências e como freela. Talvez sirva para você também.

Problemas de linguagem das interfaces

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Des Traynor palestrou em um Fórum de Estratégia de Conteúdo falando os problemas de linguagem das interfaces. Segundo ele, os problemas de usabilidade estão em duas categorias; ou não está muito claro como o usuário pode fazer algo, ou uma tarefa é muito complicada de fazer.

No vídeo abaixo Des explica como devemos trabalhar a linguagem de sites e aplicativos.

Como nasce um website

quinta-feira, 14 de julho de 2011

O vídeo abaixo mostra um pouco do processo de criação de um website. Temos rabiscoframes, cenários, personas e layout.

O paradigma da página web

terça-feira, 14 de junho de 2011

Um post feito no site Good Experience me chamou bastante atenção. E olha que o conteúdo é de 2004. Mark Hurst levantou algumas coisas que são bem interessantes para quem desenha páginas web.

Segundo Mark, muita coisa na internet mudou, mas a forma básica de navegação continua a mesma. A grande maioria das pessoas continuando clicando no voltar do navegador.

Os usuários ignoram migalhas de pão e links que não estão dentro do contexto de navegação em uma página. O que importa é o conteúdo principal. O restante só está ali para tirar a atenção.

A tal consistência tão defendida pelo tio Nielsen simplesmente é ignorada pelo usuário. O contexto é mais importante que a consistência.

Desenhar uma boa experiência de uso utilizando o paradigma da página exige três etapas:

1. Identifique os objetivos dos usuários em cada página.
2. Remova todos os elementos ou áreas do site que não vão ajudar os usuários a chegarem aos seus objetivos.
3. Evidencie os links, formulários, ou outros elementos que vão ajudar os usuários completarem a tarefa em questão.