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Relevância e velocidade

terça-feira, 29 de novembro de 2011

O Google sempre se preocupou com a relevância e a velocidade da busca desde que o produto foi lançado em 1996.

A empresa lançou um vídeo que conta a evolução do serviço e o que eles pensam para o futuro. Pode não parecer, mas eles fazem, em média, 500 melhorias por ano. É uma preocupação constante com a experiência que o usuário vai ter ao utilizar a busca.

Minhas impressões sobre o novo Gmail

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Em uma época que o mundo falava sobre o fim do e-mail, o Google revolucionou e criou uma ferramenta de troca de mensagens com uma interface bastante inteligente. O e-mail é a primeira coisa que a pessoa faz quando está aprendendo a usar a Internet.

É por isso tudo que uma das maiores empresas de tecnologia da atualidade não cansa de investir em seu produto que talvez só fique atrás da busca em importância.

Desde ontem muitas pessoas já puderam habilitar a nova interface do Gmail. Para isso acontecer, basta clicar em ‘Switch to the new look’ (troque para a nova aparência), em um link localizado à direita e abaixo da interface do Gmail. Troquei o meu para a nova versão e queria compartilhar algumas coisas que gostei.

O Gmail agora segue o mesmo padrão de layout clean de outras ferramentas da empresa como o Docs, Google + e o Google Agenda.

Funcionalidades como deletar, mover para uma pasta e reportar expam estão como ícones. Fica mais limpo e os usuários novatos podem se acostumar com isso rapidamente. Os ícones só aparecem quando a ação pode ser realizada naquele momento. Só consigo deletar um e-mail quando ele é selecionado.

A rolagem agora funciona somente para a lista de e-mail. Assim todas as funcionalidades ficam disponíveis para você a todo o momento.

As opções de resposta de um e-mail ou encaminhar para outra pessoa tem um aspecto parecido com um comentário de blog, por exemplo. A interface funciona como um convite para ação após a leitura de um e-mail.

Essas são as minhas primeiras impressões sobre a nova interface do Gmail. E você, o que achou?


New Gmail Interface and Design [Leaked Video] por AnsonAlex

Compartilhar é cada vez mais humano

terça-feira, 28 de junho de 2011

O Murilo Lima me mandou um link muito interessante. O Google está trabalhando em algumas ideias para tornar as possibilidades de compartilhamento cada vez mais próximas da vida real.

Estão criando maneiras de compartilhar conteúdo para um determinado ciclo de pessoas. Nem tudo que queremos que o nosso chefe veja será útil para o nosso pai. O Google está chamando isso de círculos.

Nem sempre temos tempo de ver todas as coisas legais que as pessoas nos mandam naquele exato momento. Sparks é uma solução que procura vídeos, fotos e artigos para que possamos ver no momento livre e compartilhar com outras pessoas.

Conheça melhor o projeto e discuta sobre as ideias. Se quiser usar a caixa de comentário aqui, fique a vontade.

As três camadas da experiência do usuário mobile

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Entender os usuários no momento que estamos desenvolvendo uma estratégia mobile é um trabalho que necessita de uma atenção especial. Shanshan Ma, Analita de Usabilidade Sênior na BusinessOnLine, escreveu um artigo no site UX Matters sobre as três camadas da experiência do usuário mobile.

Hardware
A forma como os usuários interagem com o hardware é o começo de tudo. Temos uma infinidade de aparelhos com diferentes funções: tamanho de tela, cores, velocidade na resposta, sensibilidade no touchscreen, tamanho do teclado, entre outras coisas. Tudo isso faz muita diferença no momento que o usuário está interagindo com o aparelho.

Nokia, RIM, Apple, HTC e Motorola são os principais fabricantes. Os aparelhos são criados de acordo com as características do mercado que pretende ser atingido. Claro que tudo é feito através de uma ampla pesquisa.

Os celulares são utilizados normalmente em três situações:

Uso repetitivo
O usuário tem o hábito de ver a mesma informação várias vezes ao dia como temperatura, cotação e mensagens, por exemplo.

Matar o tempo
As pessoas também usam o aparelho para matar o tempo. Usam enquanto esperam para ser atendidos no médido ou durante uma viagem de metrô ou ônibus.

Urgência
E por último, usam para ver uma informação urgente como um preço de algum produto ou endereço de um local.

Sistema operacional
A segunda camada da experiência do usuário mobile engloba o sistema operacional do dispositivo e como o usuário interage com cada um. A capacidade das principais aplicações é o que diferencia a interação com o usuário de sistema para sistema. Suporte ao flash, modo de armazenamento, copiar, colar e busca universal são coisas que se diferenciam.

Enquanto a Apple direciona o usuário para o uso de aplicativos da Apple Store, o Google busca a utilização dos seus principais produtos, incluindo a busca e o gmail.

Aplicativos e sites mobile
A terceira e última camada leva em consideração as aplicações nativas que rodam em um dispositivo ou como o website será desenhado para um determinado tipo de aparelho.

O aplicativo possui um volume bem menor de informação e a navegação é extremamente direcionada ao tipo de hardware e sistema operacional. Normalmente o aplicativo é projetado para um uso mais frequente do que web site.

Nem sempre a arquitetura de informação pensada para o seu web site servirá para a versão web mobile. São mundos completamente diferentes.

Startup

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Startup é um ótimo livro para quem deseja conhecer a história de alguns dos maiores empreendedores de sucesso do Mundo.

A autora Jessica Livingston é uma das fundadoras da Y Combinator, empresa que investe em ideias inovadoras, com sede em Cambridge, Massachusetts, e em Mountain View, Califórnia. Ela realizou uma série de entrevistas com fundadores de empresas como Apple, Hotmail, Flickr, Blogger, Gmail.

A leitura é agradável e dá para fazer um bom resumo de todas as histórias. É importante perceber que essas pessoas são como a gente e conquistaram o sucesso depois de muito trabalho duro. O segredo é acreditar na ideia e ir até o fim.

É importante lançar um projeto antes que alguém faça na sua frente. Enquanto você está tendo uma boa ideia neste momento, outras pessoas estão trabalhando em algo semelhante.

O livro mostra na prática que essas empresas nasceram depois de muitos erros. Tem coisas que são aprendidas na prática. A Adobe, por exemplo, queria ser uma empresa de impressora e acabou se tornando grande depois que começou a criar ferramentas para o mercado gráfico.

O livro não é nenhum manual de autoajuda para quem deseja se tornar um empreendedor. Mas vale a pena a leitura para que você entenda como é a realidade de empresas que deram certo.