Eventos de UX em 2012
Publicado em 20/01/2012
Estamos chegando ao fim de janeiro e alguns eventos de UX já estão acontecendo. Agora é o momento que analisar nossas deficiências profissionais e ir em busca de aprimoramento. Fiz uma lista de alguns eventos bacanas que acontecem em 2012.
Interaction – Dublin
Entre os dias 01 a 04 de fevereiro terá o Interaction na cidade de Dublin, Irlanda. O evento será realizado pela Associação de Design de Interação.
WIAD – 1 dia, 14 cidades
O WIAD (Dia Mundial da Arquitetura de Informação), evento promovido pelo Information Architecture Institute, terá sua primeira edição em 14 cidades do mundo.
São Paulo é uma das capitais escolhidas para sediar o evento, que será realizado em 11/02/2012. O tema do evento será: “Desenhando estruturas para o entendimento”.
User Experience Hong Kong
Hong Kong recebe um evento de UX nos dias 17 e 18 de fevereiro. A conferência contará com palestrantes internacionais e locais. Lou Rosenfeld é um dos convidados.
UX London
Nos dias 18 a 20 de abril terá o UX London. Serão 3 dias de inspiração na área de experiência do usuário. O evento terá palestras de importantes personalidades do mercado de experiência do usuário como Jared Spool, Kristina Halvorson, Anders Ramsay, entre outros.
UX Intensive 2012 Amsterdam
O nome já diz tudo. A ideia deste evento é dar possibilidade a um profissional de ux elevar o nível sobre os elementos chaves para uma boa experiência interativa. Os tópicos abordados serão o design estratégico, pesquisa, design de interação e o design de serviços digitais.
O evento será realizado em Amsterdam entre os dias 23 e 26 de abril.
UX LX User Experience Lisbon
Entre os dias 16 e 18 de maio terá em Lisboa, Portugal, o UX LX. O evento terá 16 workshops e 10 palestras.
O evento contará também com palestrantes consagrados como Jesse James Garret, Bill Buxton e Peter Morville, autor do famoso livro Information Architecture for the World Wide Web.
Os workshops serão focados em estratégia, pesquisa e design.
UX Week em San Francisco
Já em agosto terá a semana de UX em San Francisco. Serão 4 dias ouvindo profissionais de design do mundo inteiro. Este ano a conferência comemora 10 anos.
Listei os principais eventos que vão acontecer no primeiro semestre e que têm os palestrantes mais tops. Outros ainda serão divulgados em breve. Se você conhece algum legal, use a caixa de comentários para divulgar.
Também não podemos esquecer que terá o EBAI em meados de outubro ou novembro.
Teste de usabilidade e acessibilidade com um deficiente visual
Publicado em 12/01/2012Fazer um teste de usabilidade é uma tarefa gratificante por natureza. É o momento que você coloca a prova uma interface e abre os olhos para os problemas existentes.
Agora imagina realizar um teste de usabilidade e acessibilidade com uma pessoa com deficiência visual.
Este texto é a parte final da minha experiência com um teste de usabilidade que participei no ano passado, onde falei como foi o processo de recrutamento e as vantagens e desvantagens de realizar o teste em laboratório, remoto ou no ambiente do usuário.
Nesse projeto havia a necessidade de realizar uma análise de acessibilidade e junto com Isaias Coelho, especialista em acessibilidade, decidimos realizar um teste com um deficiente visual no laboratório de usabilidade da Talk, em Brasília.
Recrutamos um deficiente visual que foi submetido a algumas tarefas no site.
Nunca tinha visto alguém usando um ledor de tela. É um mundo completamente diferente do que estamos habituados. Os usuários com deficiência visual precisam dar atenção às coisas que nós simplesmente ignoramos. Por exemplo: Eudes, nosso recrutado para o teste, foi o único que prestou atenção no texto de orientação antes de iniciar o processo de preenchimento de um cadastro.
Dificuldades na navegação
• Ficou irritado por não ter um atalho que o levasse direto para o conteúdo.
• Sentiu-se perdido em alguns momentos devido a hierarquia das informações.
• Sentiu dificuldades com o campo de busca, por ele não ter um label associado.
• Não conseguiu exibir o conteúdo das listas retraídas com o teclado por ter eventos associados apenas ao mouse.
• As imagens associadas às notícias não tinham uma descrição textual do que representavam.
• O ledor de tela não conseguiu ler os arquivos em PDF abertos em uma nova aba.
• Houve dificuldade de encontrar os resultados de busca por ter algumas informações sem contexto.
Conclusão
Deixe de imaginar como um deficiente visual navega pelo seu site e o convide para testar e tirar suas próprias conclusões.
Aproveitamos a presença do Eudes, no laboratório, e tiramos várias dúvidas em relação a implementação de um código mais acessível.
Simplificando o teste de usabilidade
Publicado em 20/12/2011Steve Krug é autor do famoso livro Não me Faça Pensar. A ideia desta publicação é mostrar os problemas de usabilidade mais comuns do dia a dia e observar como podemos solucioná-los. É um dos melhores quando o assunto é usabilidade. Logo após terminar de lê-lo você vai conseguir entender porque não devemos dificultar a vida das pessoas e perceber porque empresas perdem milhões por problemas de usabilidade.
Mais recentemente Steve lançou o livro Simplificando Coisas que Parecem Complicadas, que demonstra como é simples realizar um teste de usabilidade. O propósito não é mostrar como realizar um teste, mas apontar quais problemas consertar e como consertar.
Krug gravou um vídeo demo de um teste de usabilidade e ao final ele comenta sobre os problemas encontrados. O principal propósito de fazer esse vídeo é para explicar como é simples realizar um teste de usabilidade e resumi bem o que vamos encontrar no novo livro de Steve.
Problemas de linguagem das interfaces
Publicado em 13/12/2011Des Traynor palestrou em um Fórum de Estratégia de Conteúdo falando os problemas de linguagem das interfaces. Segundo ele, os problemas de usabilidade estão em duas categorias; ou não está muito claro como o usuário pode fazer algo, ou uma tarefa é muito complicada de fazer.
No vídeo abaixo Des explica como devemos trabalhar a linguagem de sites e aplicativos.
Uma nova experiência de leitura
Publicado em 05/12/2011
Nunca gostei de ler longos livros em PDF no computador por causa do reflexo provocado pela tela. É cansativo e bastante desconfortável aos olhos. Sempre gostei do cheiro de tinta no papel e o design da capa de uma publicação.
Por todos esses motivos citados acima resolvi comprar um leitor de livros digitais. É isso mesmo que você está lendo. O e-reader é um aparelho que foi criado exclusivamente para leitura de livros. A Amazon é pioneira no assunto com o Kindle.
Não é tablet, é leitor de livros
Você que está lendo este texto pode pensar: porque não comprar um iPad que tem muito mais funcionalidades. Respondo abaixo as diferenças entre um e outro e respeito à opinião de quem prefere um tablet para esse tipo de função.
Primeiro porque o tablet possui todas as funções que um notebook tem. Tem a tela reflexiva e é impossível ler uma publicação em um local muito iluminado, por exemplo.
Segundo porque um e-reader foi criado único e exclusivamente para leitura. Não tem distrações e possui uma tecnologia que é o mais próximo que podemos ter perto de um livro em papel. Só faltou o cheirinho de tinta.
O Nook é melhor que o Kindle
Depois de algumas pesquisas resolvi comprar o Nook, concorrente direto do Kindle, porque o produto da Barnes tem muito mais vantagens para o uso que pretendo fazer. O dispositivo da Amazon praticamente te deixa preso somente aos livros publicados por eles.
A bateria do Nook dura quase dois meses e ele aceita qualquer arquivo PDF que você colocar.
É impressionante o conforto no momento da leitura. Você consegue segurá-lo de várias formas. No caso da Biografia do Steve Jobs a leitura é mais agradável que a versão impressa por conta do livro ter 650 páginas.