Oportunidade para arquiteto de informação na Talk

O escritório da Talk Comunicação Interativa em São Paulo, localizado no Itaim, está com uma vaga para arquiteto de informação pleno. O profissional deve ter experiência mínima de 2 a 3 anos trabalhando somente com arquitetura de informação.

A empresa acaba de concluir o laboratório de usabilidade que fica localizada em Brasília e possui o foco em relacionamento digital e projetos com alto grau em experiência do usuário.

Desejável prática na ferramenta de prototipação Axure e no pacote Office. Esse profissional irá trabalhar em conjunto com um coordenador de projetos, redator de conteúdo e um designer.

Enviar currículo/portfólio para o e-mail: rogeriopa10@gmail.com

Comunicação desintegrada

comunicacao_integrada1Segundo texto da Wikipédia, “comunicação integrada consiste no conjunto articulado de esforços, ações, estratégias e produtos de comunicação, planejados e desenvolvidos por uma empresa ou entidade, com o objetivo de agregar valor à sua marca ou de consolidar a sua imagem junto a públicos específicos ou à sociedade como um todo”.

Meu objetivo com este post não é explicar o que é comunicação integrada, mas passei por uma experiência recentemente onde mostra que a comunicação precisa deixar de ser pensada de forma separada para que as ações tenham um mínino de efetividade. Vamos deixar de pensar em meios e formatos, mas em consumidores com o objetivo de consumir uma marca.

Ainda temos o hábito de pensarmos em estratégias de campanhas off-line e on-line separadamente, principalmente porque temos agências especializadas nesses assuntos. O mais interessante é quando uma agência off-line compra mídias on-line sem o mínimo de conhecimento de causa. Isso sim é pegar a grana do cliente e torrar sem pensar nas conseqüências. Mas a verdade é que isso não tem funcionado muito bem em alguns casos.

E tudo vira muita empolgação devido à disponibilidade de tecnologias que temos para utilizar. Só não podemos pegar essas tecnologias e adaptá-las para uma estratégia de comunicação. Ontem o Jornal da Globo apresentou uma matéria explicando e dando bons exemplos sobre a realidade aumentada. A tecnologia é muito bacana e pode ser feita muita coisa legal com ela.

Vale frisar que a comunicação integrada não é a adaptação visual de um hotsite com a mesma linguagem visual de uma campanha de TV, rádio, cinema e impressos. O objetivo é fazer com que todas as mídias se conversem e sejam interativas para que o consumidor tenha uma única experiência com a marca.

Deve haver um planejamento em conjunto para que não tenha uma campanha que leve o usuário para um hotsite ou um hotsite que leve para uma campanha que não se conversem. Claro que isso é uma etapa de amadurecimento de agências e clientes. Isso faz parte de um processo de educação e não vai mudar de hoje pra amanhã. A minha preocupação é que as empresas/clientes vão acabar aprendendo com o erro e com a perda de dinheiro.

A grande e a pequena arquitetura de informação

elementos_experiencia_usuarioO Jumpcast entrevistou o consultor de design de interfaces e especialista em usabilidade, Gil Barros. A entrevista foi concedida ao Luli Radfahrer. O Jumpcast trata de temas como usabilidade e arquitetura, marketing digital, mídia online, e-commerce, search marketing, mobile marketing, métricas e gestão de projetos.

Gil falou que o nome arquitetura de informação, que ele definiu como grande AI, é um termo generalista e serve para definir a área, assim como o Webdesign foi empregado por muito tempo para definir o profissional que trabalhava com Internet.

Dentro dessa grande AI temos outras etapas e uma delas é a própria arquitetura de informação, disse o especialista. Ele comentou também que não existe arquitetura de informação sem usabilidade, e a usabilidade é uma característica do produto. O produto tem sempre usabilidade, seja ela boa ou ruim.

Gil explicou a diferença entre a arquitetura de informação, design de navegação e design de informação, e essas tarefas podem ser exercidas por um mesmo profissional. Tudo depende do contexto da empresa no qual o arquiteto está inserido.

A arquitetura de informação é o trabalho de categorizar e organizar as informações de uma maneira que faça sentido para o usuário, enquanto o design de navegação é como o usuário irá navegar por esses ambientes. O design de informação é a etapa onde o profissional se preocupa em apresentar a informação de uma forma simples, compreensível e agradável.

A entrevista foi finalizada com o Gil falando os elementos de experiência do usuário criados pelo Garret, cujo documento tem o objetivo de definir os termos e a relação de cada uma dessas áreas em um projeto.

O importante é que o profissional estude o comportamento dos usuários baseado em pesquisa. É difícil imaginar como usuário se comporta sem que você não faça parte do público para qual o projeto se destina. Sem pesquisa os projetos são feitos no chute e a porcentagem de acerto diminui bastante.

Podcast interativo

entrevista

Participei de uma palestra sobre Podcast interativo ministrada pelo Juliano Spyer, especialista e responsável por mídias sociais na Talk e autor do blog Não Zero.

O Juliano compartilhou sua experiência adquirida em dois meses de TalkShow. Falou sobre os desafios e nos contou todos os segredos para a realização de um podcast participativo.

O objetivo da palestra era mostrar que com uma boa ideia se consegue fazer uma boa conversa. E que as conversas são geradas com a ajuda das influências dos seus seguidores no Twitter.

O amadorismo no ensino digital

O 12º episódio do 6º Aprendiz Universitário, liderado pelo então fodão Roberto Justus mostrou que ainda temos muito amadorismo em relação ao ensino da comunicação digital nas universidades.

Os participantes tinham que fazer o milagre da multiplicação, tentando lucrar de maneira bem criativa com uma verba de 5 mil reais. O trabalho foi dividido em 3 duplas que tinham que usar seus conhecimentos empreendedores.

Uma das duplas teve a “excelente” ideia de vender sites com preços de R$ 150,00 cada. Fico feliz que tenham perdido. Isso mostra que o amadorismo não tem espaço nem para o dono e presidente da agência que mais fatura com mídia no Brasil. Por isso que as pessoas leigas ficam assustadas quando uma agência ganha uma concorrência de uma verba de 11 milhões pra criar um dos sites mais importantes do governo brasileiro. Isso é tratar site como banana ou pastel.

banana

O Roberto Justus e o Walter Longo também mostraram sua falta de conhecimento digital elogiando o participante Rodrigo Carraresi, “que se diz especialista em web”, que deve ter estudado em Harvard e provavelmente fala 388 idiomas.

Claro que as pessoas precisam estudar e buscar especializações pra utilizarem esse conhecimento em prol de suas profissões. Mas o mercado tem mostrado que os melhores profissionais são feitos com a prática.

A minha preocupação é que as faculdades não estão preparando bons alunos para o mercado de trabalho. O problema estar em o aluno se preocupar em aprender a técnica. Esquecem que a universidade tem o papel de fazer o aluno aprender a pensar e pesquisar, sem falar que qualquer faculdade está virando universidade, mesmo sem ter nenhum projeto de pesquisa.

O Luli fez uma apresentação muito bacana para os alunos de comunicação da ECA/USP, onde fala sobre os segredos do ensino da universidade.

Leiam também o descontraído artigo “Se vendêssemos pizzas como produzimos sites (10 anos depois)”

Eyetracking: mapeando a direção dos olhares pelas interfaces

Fui convidado pela revista Webdesign para participar de uma matéria sobre eyetracking que saiu agora no mês de maio.

Para quem não sabe, eyetracking é o estudo responsável para perceber o comportamento de leitura dos usuários pelas interfaces. É apropriado para entender as pessoas e criar produtos adequados, eficientes e usáveis.

A matéria fala sobre a aplicação da técnica e seus objetivos. Claro que tudo depende de acesso aos usuários e equipamentos necessários para a realização da metodologia.

A entrevista conta com a participação do Eduardo Loureiro, coordenador de experiência do usuário da Mapa Digital, Joana Andrade, coordenadora de projetos de pesquisa e design centrados no usuário da Fhios Brasil, Fabrício Teixeira, arquiteto de informação da AgênciaClick, Luiz Agner, autor do livro Ergodesign e Arquitetura de Informação e Marcedes Sanchez, especialista em usabilidade.

A matéria é encerrada com uma boa lista de dicas de leitura sobre eyetracking para quem deseja se aprofundar no assunto. Gostaria de agradecer a revista Webdesign por ter me convidado para participar da matéria.

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Novo portal da Católica Virtual

Fui convidado pela Fulldesign – Comunicação Integrada, uma agência muito bacana de Brasília, para fazer parte do projeto de redesenho do site da Católica Virtual.

A Católica Virtual é o site de cursos virtuais da Universidade Católica de Brasília, lá você encontra cursos muito interessantes sobre diversas especialidades.

O site antigo tinha uma interface bastante complexa e era difícil entender o processo seletivo e a relação dos pólos de ensino que ofereciam os cursos. Os usuários se perdiam entre os cursos de graduação, pós-graduação e extensão, e nunca sabiam se os cursos estavam com as inscrições abertas.

Trabalhei em conjunto com o Fabiano e o Fernando que são sócios da Fulldesign. Pensamos como poderíamos facilitar a vida dos usuários e tornar as informações mais claras para que os usuários pudessem completar as tarefas de maneira agradável.

Fizemos alguns testes na interface do processo de seleção e a integração dela com cada curso, criando botões de ações quando os cursos estão com as inscrições abertas.

Pensamos em um site que tivesse mais flexibilidade nas atualizações, algo que não existia com o CMS antigo. Foi utilizado a tecnologia WordPress e buscamos proporcionar maior acessibilidade com aumento de fontes e alto contraste do conteúdo.

O novo site possibilita o cadastramento de vídeos com depoimentos dos alunos. Dessa forma os usuários participam do conteúdo. Temos agora uma área de pólos muito mais prática com o uso do Google Maps, no qual os usuários conseguem localizar os pólos espalhados pelo país e exterior.

Queria agradecer a oportunidade da agência Fulldesign em ter me convidado para participar desse projeto. Parabéns a todos que se dedicam e trabalharam para o site sair do papel.

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Quebrando de vez o mito da rolagem

Arquitetos de informação, designers, desenvolvedores e projetistas de sites ainda se preocupam bastante em colocar informações apertadas para que não gere aquela longa barra de rolagem vertical. Alguns de nossos amigos designers têm ainda mais restrição em relação a isso, apostando sempre em uma solução para que o layout não seja prejudicado devido ao tamanho do conteúdo. Acho que o layout precisa se adaptar ao conteúdo, e não o contrário.

Temos que educar nossos clientes que nem tudo em uma página web precisa estar em uma resolução 800 x 600. Pesquisas apontam que todas as resoluções maiores que 800 x 600 já dominam. Dessa forma temos muito mais espaço para mostrar os conteúdos mais relevantes. O conteúdo é fundamental, pois se o usuário ficar interessado no que está na primeira parte do site, eles irão rolar a página sem o menor problema.

pesquisa_resolucoes

Um estudo feito pela ClickTale com 120 mil páginas da web entre novembro e dezembro de 2006 apontam algumas justificativas e respostas para que os sites não fiquem limitados a uma determinada resolução. Veja alguns números da pesquisa:

pesquisa_barra_rolagem

96% das páginas na web possuem rolagem;
76% dos usuários que encontram páginas com rolagem fazem uso da mesma, pelo menos pelas 2 ou 3 páginas abaixo da resolução;
22% dos usuários costumam fazer a rolagem até o final, independente do tamanho da página.

O estudo recomenda ainda que apertar uma página para deixá-la mais compacta é um benefício mínimo para os usuários. O interessante é pensar e analisar quais são os conteúdos mais importantes para que fiquem acima da rolagem. A rodinha do mouse também é um fator que contribui para a queda desse mito, facilitando a rolagem. Lembra como era chato rolar uma página sem essas rodinhas?

Pedro Borges, Coordenador de usabilidade e interação da Talk Interactive, chamou o Marcelo Ottoni e eu para mostrar uma solução muito interessante no site da MSNBC.COM, que apresenta o seu conteúdo em uma única página com uma navegação muito inteligente entre textos, fotos, imagens e vídeos.

msnsite

Na mesma página o usuário consegue visualizar todo o conteúdo. Você consegue navegar facilmente entre as possibilidades com um move menu, que identifica em qual conteúdo você está no momento. Pena que o site não utiliza esse formato diferenciado para todas as notícias, empregando somente em editorias que merece um espaço com mais evidência.

Outra coisa que vale a pena ser comentada é sobre o menu do site, no qual o usuário consegue ver as principais notícias dentro da categoria ao ser clicada.

Temos mais dois exemplos de soluções interessantes no Brasil. O portal da Fiat possui uma única página que apresenta todas as informações do carro como ficha técnica, acessórios, cores, itens de série, entre outros. O menu possui o comportamento de acompanhar o usuário durante a rolagem.

fiatcarro

Trabalhei em uma agência que criava um hotsite a cada novo empreendimento que era lançado. O hotsite seguia sempre a mesma arquitetura de informação, mudando apenas a linha visual que normalmente acompanhava a campanha off-line. A Tecnisa criou uma solução bacana pra isso. Cada empreendimento novo tem uma página onde o usuário consegue visualizar fotos, mapas, características, localização, data de lançamento, vídeos, valores e etc.

tecnisa

Não sou nenhum guru da arquitetura de informação e usabilidade e não cabe a mim fazer previsões, mas é preciso repensar a concepção de grandes portais e aproveitar melhor as resoluções, não criando empecilhos desnecessários na navegação. Por isso na hora de projetar uma interface, pense se realmente vale a pena criar uma nova página. Será que á mais chato abrir várias páginas ou se satisfazer com aquilo que você deseja em um único lugar?

Não me faça pensar novamente

naofacapensarSteve Krug escreveu a primeira versão em 2000, em 2006 tive a oportunidade ler o “Não faça pensar – Uma abordagem de bom senso à usabilidade na web”, o mais didático e bem escrito de tudo que já vi sobre usabilidade. O único problema é o que a maioria dos sites citados já não estavam mais no ar.

Em 2005, Steve escreveu a segunda versão, atualizando a maioria dos exemplos citados com novos sites, além de acrescentar 3 novos capítulos. Cheguei a ler o início do livro para ver essas diferenças. Krug continua tratando a usabilidade de maneira bem simples, fazendo com que até os mais leigos possam entender.

Tive a ideia de fazer esse post falando sobre os 3 novos capítulos, já que não tenho tempo suficiente de lê-lo novamente. Quem ainda não leu, não perca a oportunidade e compre um livro que vai ajudar você projetar e desenvolver sites que sejam mais úteis aos usuários.

Usabilidade como fator comum

O autor cita um exemplo de frustração ao entrar em um site e não conseguir encontrar nenhuma informação que fale sobre a greve de uma empresa aérea. A Greve é algo de mais quente que está acontecendo com a empresa no momento, e as pessoas que estão com passagens compradas precisam saber o que fazer.

Os usuários possuem um reservatório de boa vontade que pode se esgotar rapidamente. Cada vez que entramos em um site, começamos com uma reserva de boa vontade, ela vai se esgotando conforme a experiência negativa. Isso faz com que tenhamos a vontade ir rapidamente para o concorrente. Ganha quem se preocupa com os usuários verdadeiramente.

Outra coisa que faz diminuir a boa vontade é esconder informações dos usuários. O mais comum é esconder o número do telefone, evitando com que os usuários liguem na empresa. Ajudar o público-alvo com a formatação e diagramação das informações é um fator que facilita e muito a vida. Exemplo: Separar de 4 em 4 dígitos um número de cartão de crédito ou um código de bônus de celular, entre outros exemplos.

Solicitar informações que a empresa não precisa é outro fator negativo. O usuário não é nenhum idiota e ele se pergunta por que está inserindo determinados dados em um formulário.

O livro oferece uma lista de coisas que aumentam a boa vontade do usuário, que prefiro falar em outros posts. Saber o que a maioria das pessoas querem fazer no seu site e deixá-las a vontade, dizer-me o que quero saber, entre outros.

Acessibilidade, Cascading Style Sheets e você

Steve comenta a respeito de um estudo realizado com 16 usuários deficientes visuais sobre o comportamento de navegação e uso dos leitores de telas.

O CSS e o HTML precisam de uma formatação lógica e bem estruturada para que os usuários com algum tipo de deficiência consiga ter acesso aos conteúdos disponíveis para as pessoais normais.

Acho que isso já evoluiu bastante desde 2005. Krug até pensa em retirar esse capítulo do livro na terceira versão vai será escrita em 2010.

Os projetistas e desenvolvedores possuem alguns medos em relação a acessibilidade. A acessibilidade pode gerar mais trabalho, tendo que adaptar um cronograma impossível ao projeto é uma delas.

As Cascading Style Sheets são agora bem suportadas pela maioria dos navegadores. Veja algumas vantagens.

Controle infinitamente maior sobre a formação;
Flexibilidade;
Consistência entre navegadores;
Serializar seu conteúdo;
Permitir que seu texto mude de tamanho.

Socorro! Meu chefe quer eu _______________.

O último capítulo do livro também trata de um assunto importante. Como justificar para o seu chefe, cliente e gerente de marketing que uma introdução em Flash não tem o menor sentido para o projeto que está sendo feito?

O especialista apresenta dois modelos de e-mail para você enviar para o pessoal responsável pelo projeto, fazendo uma defesa de porque solicitar dados demais é perigoso para a empresa, por exemplo.

Enfim, recomendo a leitura, pois com esse livro você consegue obter muito conhecimento no que diz respeito à usabilidade.

A preocupação do governo com a Internet

internet_governoO Ministério da Educação usou um espaço de mídia na Globo.com para divulgar o seu novo portal. Fico feliz que o Governo esteja cada vez mais preocupado em oferecer um serviço de qualidade para a população.

O pessoal responsável pela criação e desenvolvimento do portal do MEC está usando o CMS do Joomla, que ainda pouco conheço. Acho que a tecnologia pouco importa quando se tem vontade de fazer um trabalho bem feito.

Recentemente a TV1.com conquistou a conta digital da Presidência da República. Isso mostra que teremos uma melhor visibilidade on-line com os novos sites que serão feitos. Uma discussão no Flickr mostrou falta de conhecimento de algumas pessoas, achando que 11 milhões é muito para fazer um site. Afinal tem uma galera cobrando 500 reais no classificado de domingo. Acabei de ver um anúncio desse no Correio Braziliense.

Tenho orgulho de ter participado da concepção de um projeto que foi pioneiro e que teve o propósito de revolucionar a comunicação digital nos Ministérios. O Ministério da Cultura ganhou um portal totalmente novo, e hoje é considerado um dos maiores cases usando o CMS do WordPress.

Antes o site era estático e tinha uma atualização pouco relevante, não proporcionando participação das pessoas. Internet é um ambiente interativo. Não é um jornal que você lê e não pode comentar sobre a matéria.

Concordo que grandes centros como São Paulo e Rio de Janeiro possuem muitas oportunidades no mercado de trabalho de Internet, mas não podemos esquecer do potencial de Brasília, com todos os sites governamentais. Alguns Ministérios já possuem equipes capacitadas fazendo um bom trabalho, além das agências que estão concorrendo às licitações disponíveis.

Outro site que ganhou cara nova foi o portal do cidadão do GDF. O restante do site ainda está sendo reformulado. O projeto está sendo foi feito pela Talk Interactive. Ainda estou conhecendo sobre o portal e como foi pensando o conceito de organização dos serviços. O certo é que o trabalho ainda está bem no começo. O portal tem muitos sites internos que ainda serão feitos pela agência.

É interessante que os participantes desses projetos comentem, colaborando com mais informações sobre os desafios.