Curso de Arquitetura de Informação em Brasília
Publicado por rogeriopa em 25/07/2010 22:54:44
A carência de arquitetos de informação em Brasília é um problema muito grande quando alguma empresa precisa contratar um profissional. Normalmente esses especialistas são formados nas poucas agências digitais que temos.
Se você é de Brasília e tem algum interesse em entrar na área, faça um comentário nesse post dizendo que deseja fazer um curso de arquitetura de informação. O mercado precisa de novos arquitetos de informação.
A ideia ainda está bem no início e só irá acontecer se tiver um número considerável de interessados.
O curso será focado em planejamento estratégico e experiência do usuário (UX) e tem o objetivo de capacitar novos arquitetos a planejarem projetos interativos para a web.
Grupos de foco
Publicado por rogeriopa em 20/07/2010 16:45:00
A revista Webdesign do mês de junho fez uma matéria especial sobre as vantagens e desvantagens da aplicação de grupos de focos na produção de projetos interativos.
Grupos de foco (Focus group) é uma técnica utilizada com o objetivo de levantar os sentimentos, opiniões e ideias do público-alvo sobre um produto ou serviço que será lançado. Essa metodologia também vem sendo utilizada na criação de projetos interativos.
A designer e analista de usabilidade Katja Aquino destaca alguns exemplos da utilização na prática de produção de projetos digitais.
Auxiliar ao brainstorm;
Auxiliar na criação de novas ideias;
Avaliar promoções;
Posicionar um produto ou serviço no mercado;
Testar novos conceitos.
A pesquisa é uma etapa importante antes de iniciar qualquer projeto interativo. Saber quando aplicar a técnica é o desafio dos profissionais que são responsáveis pelo projeto. Não basta saber somente quando aplicar, é importante ter mente o que você deseja descobrir com a aplicação da pesquisa.
O Grupo de foco não é um teste de usabilidade. Os grupos de foco podem ser associados a outras técnicas de pesquisa com características exploratórias, como: entrevistas, criação de personas, estudos etnográficos e benchmarking.
Benefícios
É importante que o arquiteto de informação aprenda a ouvir e consiga abstrair tudo aquilo que os usuários desejam para o novo site.
Guilhermo Reis descreve algumas das principais etapas envolvidas na aplicação desta técnica.
Definição do objetivo da pesquisa: quais são as perguntas que se espera que a pesquisa vai responder;
Elaboração do roteiro com uma lista das perguntas a serem feitas: elas devem ser abertas, de modo a dar espaço para as pessoas manifestarem suas opiniões. Esse roteiro vai orientar o moderador para que ele não se esqueça de abordar todos os assuntos importantes da pesquisa, mas não é para ser seguido rigorosamente. O moderador deve ficar antenado para explorar os assuntos que vão aparecendo na discussão;
Recrutamento dos participantes;
Aplicação da pesquisa: explicar aos participantes de que se trata a pesquisa e seguir o roteiro fazendo as perguntas para estimular a discussão. O moderador precisa dar espaço para todos os participantes se manifestarem;
Filmagem da pesquisa;
Análise das respostas dadas pelos entrevistados as perguntas, priorizando os tópicos que mais aparecem.
A pessoa que vai conduzir a pesquisa deve ser preparada para tal tarefa. É recomendado que a técnica seja aplicada por psicólogos que já tenham experiência na condução de dinâmicas de grupos.
Saber interpretar o resultado final é também o desafio do profissional. A transcrição dos dados é de suma importância para o sucesso do relatório final.
22 Mitos da experiência do usuário
Publicado por rogeriopa em 18/07/2010 13:35:07
Apresentar uma nova interface de um site ou sistema aos nossos clientes é sempre uma grande discussão, pois esbarramos muitas vezes em ficar discutindo assuntos que estudos já definiram como mitos.
O site UX Myths publicou uma lista de 22 mitos sobre experiência do usuário. Veja abaixo alguns deles.
Mito 3# Os usuários não rolam as páginas
Ninguém precisa desenhar uma página se preocupando em colocar tudo antes da primeira rolagem. Tem um post aqui onde falo melhor sobre esse assunto.
Mito 12# Mais escolhas e funcionalidade resultam em maior satisfação
Quanto maior o número de escolhas que o usuário tem para navegar, mais confuso ele ficará da sua interface. Estudos mostram que muitas escolhas podem causar a tal “paralisia de decisão”
Mito 19# Você não precisa do conteúdo para desenhar uma interface
A utilização do lorem ipsum é um processo natural no desenho de interfaces por parte do arquiteto de informação e também do designer. O fato é que desenhar sem saber como será exatamente o conteúdo é ruim para qualquer projeto e muitas vezes a interface não fica adequada ao tipo de conteúdo que virá depois.
A minha ideia é fazer um estudo mais aprofundado sobre alguns dos 22 mitos e fazer posts mais completos sobre o assunto. O que acham?



